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Fonte: NET-EMPRREGOS
"O tempo cura e a experiência ensina que a verdadeira felicidade é o serviço aos outros" Charlie Chaplin
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Fonte: NET-EMPRREGOS
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Publicado em Diário da República, 2.a série—N.º 121—26 de Junho de 2007 e com as alterações introduzidas pela deliberação do Conselho Geral do IPL, de 27 de fevereiro de 2008
Deliberação do Conselho Geral de 23 de Julho de 2008 - Propinas
Pagamento das propinas no Ano Lectivo 2008/2009 para os cursos do 1.º Ciclo
Precedências do Curso de Licenciatura em Enfermagem
Lei nº 99/2003 e Lei nº 35/2004
Define os direitos e deveres dos alunos enquanto Trabalhadores-Estudantes
Fonte: IPL
A transferência de competências para as autarquias, o alargamento da Acção Social Escolar a mais de 771 mil alunos e mais vagas para os cursos profissionais são apostas do Governo para o ano lectivo que arranca dia 10. As novas responsabilidades atribuídas às autarquias - gestão do pessoal não docente até ao 9º ano e a gestão do parque escolar nos 2º e 3º ciclos - mereceram a contestação da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP).
A passagem de 36 mil funcionários não docentes para as autarquias é o aspecto mais visível da dimensão deste processo que levou a ANMP a reivindicar a revisão das Leis das Finanças Locais e a rejeitar a proposta apresentada pelo Ministério da Educação. Apesar de não haver qualquer acordo entre a ANMP e o Ministério, a transferência de competências vai avançar, mas com contratos individuais com as autarquias que se mostrem interessadas.
Fonte: IOL Diário

Em relação a este ano lectivo, a ministra realça que “teremos mais cursos profissionais, mais investimento nas escolas, mais acção social escolar, mais apoio para as famílias, mais livros, computadores, melhores condições de ensino e aprendizagem.”
Sobre a falta de colocação de cerca de 40 mil professores, Maria de Lurdes Rodrigues reconhece que as necessidades das escolas são cada vez mais reduzidas. “Acontece que no início de cada ano o Ministério coloca os professores apenas para as necessidades residuais, nomeadamente substituição de docentes que se reformaram ou que estão ausentes por qualquer motivo. É um número de colocações reduzido que corresponde às necessidades que as escolas manifestaram”, assinala.
Sobre o novo ano lectivo, a governante garante que “será um ano de grande esforço e trabalho, mas que é compensado pelos resultados escolares e pelo facto de estarmos a conquistar alunos para o sistema educativo”.
Fonte: Correio da Manhã
Segundo uma nota enviada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) ao Conselho de Reitores (CRUP) e ao Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), hoje divulgada pela Federação Nacional dos Professores (Fenprof), o OE vai transferir em 2009 para as instituições de Ensino Superior um total de 1.244,5 Milhões de euros, mais 90,3 Milhões de euros do que no orçamento de 2008. O ministério salienta, também, que 130,8 MEuro deste total de 1.244,5 MEuro são destinados à Acção Social Escolar, 27 MEuro a obras e equipamentos e 1.086,7 MEuro a dotações de funcionamento das instituições.
No documento - intitulado "Financiamento Público das Instituições de Ensino Superior: Dotações para funcionamento e investimento em 2009" - é também salientado que "o fundo específico de desenvolvimento do Ensino Superior, a atribuir de forma competitiva, deverá adoptar uma perspectiva plurianual" e tem uma dotação mínima de 24,1 ME para 2009.
O fundo específico de desenvolvimento do Ensino Superior destina-se à concretização de "redes temáticas de pós-graduação e I&D [Investigação & Desenvolvimento] entre estabelecimentos de Ensino Superior universitário e outras instituições científicas", a projectos de reestruturação institucional nos termos do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior e a programas de formação e qualificação de pessoal docente do Ensino Superior.
O MCTES adianta ter ainda previsto verbas do PIDDAC (Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central) para o financiamento de obras e equipamentos em mais de 25 instituições de Ensino Superior, comparticipado por 27 milhões de euros do Orçamento nacional e por verbas comunitárias do QREN (Quadro de Referência Estratégico Nacional
O presidente da Confederação Nacional das Instituições de Solidariedade Social (CNIS), Lino Maia, lembrou que actualmente existem cerca de 780 ATL no país e que "só no último ano lectivo fecharam cerca de 200".
Vincou também que "ainda não estão resolvidos todos os problemas", mas afirmou que com um "grande esforço de coordenação" e a ajuda das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) a "generalidade das instituições vai reabrir os ATL em Setembro".
"Estou optimista com uma solução. Com o esforço e empenhamento de todos o futuro dos ATL estará acautelado", reiterou o responsável da CNIS.
Em meados de Julho, as IPSS chegaram a acordo com o Governo sobre os subsídios atribuídos aos ATL, encerrando um diferendo que se prolongou durante vários meses.
A actualização do subsídio foi oficializada com a assinatura do protocolo anual entre o Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social e a CNIS, União das Mutualidades e União das Misericórdias, com o ministro Vieira da Silva a afirmar que o acordo não representava qualquer tipo de recuo da parte do Governo nas políticas defendidas para o sector e que nunca esteve em causa o financiamento das ATL nas instituições de solidariedade social.
Fonte: SK/JPB/SV.
Lusa/Fim
4 e 6 de Setembro de 2008 - Curso Básico de Cuidados Paliativos, de nível A (Básico - Pós-graduado). Organização: Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos. Local: Auditório dos Hospitais da Universidade de Coimbra.
9 a 13/09 - Conferência " Family Diversity and Gender " do Comité de Pesquisa em Família. Local: ISCSP_UTL, Lisboa. famaro@iscsp.utl.pt ou barbara.neves@iscsp.utl.pt
As projecções do Eurostat a quase 50 anos de distância traçam as principais tendências populacionais da Europa e dão um panorama das grandes linhas de evolução demográfica em todo o continente.
Para Portugal, a projecção acaba por ser optimista quanto a um cenário de decréscimo próximo da população como era o traçado em 2006 pelo grupo de trabalho que esteve na base da construção dos cenários oficiais, para a análise de medidas para um equilíbrio financeiro da Segurança Social. Essa previsão justificou um conjunto de medidas de reforma que vieram, naquele ano, reforçar a sustentabilidade do sistema.
Uma nota do Ministério do Trabalho enviada ao PÚBLICO sublinha o aspecto de que a "população vai crescer mais do que se previa na anterior projecção" (mais 6,1 por cento contra uma quebra esperada de 4,5 por cento). Crescerá mesmo a um ritmo superior ao da média europeia. Enquanto o Eurostat estima uma inflexão da população apenas entre 2040 e 2050, o Governo português aceitou que a população diminuísse entre 2020 e 2030. Para o Eurostat, o estrato etário que contribuirá para essa expansão é, sobretudo, a parte de população em idade activa (entre os 15 e os 64 anos), o que trará efeitos na redução do índice de dependência de idosos. O ministério chama a atenção para o facto de se ter reduzido o peso dos idosos face ao cenário oficial, o que representará um ligeiro alívio para a Segurança Social.
Os efeitos de um envelhecimento da população portuguesa apenas poderão ser atenuados por uma migração mais significativa.
O Eurostat considera que Portugal deveria esperar, no final do período de 2060, um saldo acumulado de cerca de 2,3 milhões de migrantes. Isto é, um saldo migratório positivo de 44 mil pessoas por ano, o que, face às estatísticas oficiais é, para Tiago Santos, "um número surpreendentemente grande", mesmo tendo em atenção a migração ilegal.
O grupo de trabalho oficial foi, em 2006, mais comedido. O saldo migratório líquido seria de 36 mil pessoas em 2005, passando para 18,3 mil em 2010, de 16,6 mil em 2015 e, a partir desse ano, de 15 mil. Ou seja, caso se somasse esses saldos líquidos anuais atingir-se-ia um valor de 900 mil pessoas, cerca de 40 por cento do previsto pelo Eurostat.
Artigo publicado no Público
Fonte: www.oi.acime.gov.pt/