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domingo, 1 de janeiro de 2012

2012: Ano Europeu do Envelhecimento Activo e da Solidariedade entre Geraçõe

O apoio do Parlamento Europeu é o passo final antes do lançamento do Ano Europeu em Janeiro próximo. O Conselho de Ministros aprovou o Ano Europeu na sua reunião de Junho em matéria de Emprego e Assuntos Sociais.

O Ano Europeu do Envelhecimento Activo e da Solidariedade entre Gerações vai sensibilizar os cidadãos sobre formas de responder aos desafios do envelhecimento, bem como sobre a partilha das melhores práticas.

O envelhecimento activo pode dar às pessoas mais velhas a oportunidade de continuarem a trabalhar e partilharem as suas experiências, de continuarem a desempenhar um papel activo na sociedade e de viverem as suas vidas de maneira o mais saudável, independente e preenchida possível.

O Ano Europeu apela à tomada de acções em domínios muito diferentes: emprego, protecção social, educação e formação, saúde e serviços sociais, alojamento e infra-estruturas públicas.

O Ano Europeu vai para além da sensibilização, pretendendo suscitar apoio público e político para incentivar todos os responsáveis políticos e partes interessadas a fixarem objectivos e a tomarem medidas concretas. A fim de assegurar um seguimento das acções, todos os compromissos assumidos serão publicados no sítio web do Ano Europeu.


Fonte: http://ec.europa.eu/portugal/comissao/destaques/20110711_2012_ano_europeu_envelhecimento_activo_solidariedade_geracoes_pt.htm

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Entrevista a Eduardo Vítor Rodrigues

"Entre o assistencialismo e a ruptura da reprodução familiar da pobreza: o RSI em análise."

Entrevista a ler... clique no titulo!

Saudações Sociais

domingo, 6 de março de 2011

Consignação de 0,5 % do IRS


Consigne 0,5% do seu IRS e ajude quem mais precisa!!!

O Estado permite que 0,5% do IRS liquidado reverta a favor de uma instituição de solidariedade social.

NIPC da Associação que escolher - Modelo 3 - Anexo H - Benefícios fiscais e deduções no Quadro 9, campo 902 - Consignação de 0,5% do Imposto Liquidado

Não pagará mais por o fazer.

É o Estado que transfere essa verba para as Associações que os portugueses escolherem ajudar...

APAV junta-se à Solidaritee

A APAV acaba de se juntar à Solidaritee. Este projecto solidário visa sensibilizar as pessoas para a causa da solidariedade, nas suas diversas vertentes, através da venda online de t-shirts originais.

Por cada t-shirt adquirida na Solidaritee está a doar 3€ para uma Associação à sua escolha, de entre um conjunto listado. O utilizador estará assim a ajudar a financiar as Associações com que mais se identifique.

Ao doar à APAV está a contribuir para melhorar a qualidade do apoio às vítimas de crime e aperfeiçoar os meios de resposta às diferentes necessidades destas.

Para mais informações: solidaritee.net

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Abertura de candidaturas POPH

“O Instituto do Emprego e Formação Profissional, I.P. (IEFP, I.P.), enquanto Organismo Intermédio, informa que decorre, entre os dias 2 e 31 de Dezembro de 2010, o período para apresentação de candidaturas, para o ano de 2011, no âmbito das Tipologias de Intervenção 6.2/8.6.2/9.6.2 – Qualificação das Pessoas com Deficiências e Incapacidades e 6.4 – Qualidade dos Serviços e Organizações, especificamente, acções de formação e sensibilização dirigidas a técnicos e outros profissionais de reabilitação profissional, nos termos e condições definidos nos respectivos avisos de abertura de candidaturas.”

Fonte:

http://www.poph.qren.pt/content.asp?startAt=2&categoryID=488&newsID=1956

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Banco Alimentar Contra a Fome

Os Bancos Alimentares Contra a Fome recolheram em Portugal este fim-de-semana um total superior a 3.250 toneladas de géneros alimentares na campanha realizada em mais de 1.147 superfícies comerciais das zonas de Abrantes, Algarve, Aveiro, Braga, Coimbra, Cova da Beira, Évora e Beja, Leiria-Fátima, Lisboa, Oeste, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, S. Miguel, Viana do Castelo, Viseu e, pela primeira vez, na Terceira.
A quantidade agora recolhida compara com 2.490 toneladas recolhidas em Dezembro de 2009, ou seja, um acréscimo de mais de 30%, o que constitui um recorde absoluto desde que estas campanhas de recolha se efectuam em Portugal. Também o número de voluntários envolvidos, ultrapassando os 30 mil, jamais tinha sido atingido em ocasiões anteriores, naquilo que constitui em temos de dimensão uma operação de voluntariado sem qualquer paralelo no nosso País.
Mais de 30 mil voluntários disponibilizaram algum do seu tempo durante o fim-de-semana para participar na campanha de recolha. Tarefas como a recolha nos estabelecimentos comerciais, o transporte, pesagem e separação dos produtos, foram integralmente asseguradas por voluntários, confirmando assim a adesão entusiástica ao projecto dos Bancos Alimentares Contra a Fome. Os géneros alimentares recolhidos serão distribuídos a partir da próxima semana a mais de 1.800 Instituições de Solidariedade Social que os entregam a cerca de 280 mil pessoas com carências alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confeccionadas.
Trata-se da maior acção de voluntariado organizada em Portugal, mostrando que a acção conjunta de todos os agentes de solidariedade gera resultados muito superiores aos que seriam obtidos se cada um deles resolvesse agir de forma isolada.
Os Bancos Alimentares Contra a Fome distribuem, ao longo de todo o ano, os géneros alimentares recorrendo a Instituições de Solidariedade Social por si seleccionadas e acompanhadas em permanência. Incentivam as visitas domiciliárias e o acompanhamento muito próximo e individualizado de cada pessoa ou família necessitada por estas instituições, de forma a ser possível efectuar, em simultâneo, um verdadeiro trabalho de inclusão social.
Em 2009, os dezassete Bancos Alimentares Contra a Fome operacionais distribuíram um total de 23.100 toneladas de alimentos (equivalentes a um valor global estimado superior a 32,7 milhões de euros), ou seja, um movimento médio de 92 toneladas por dia útil.
A actividade dos Bancos Alimentares norteia-se pelo princípio genérico da “recolha local, ajuda local”, aproximando os dadores dos beneficiários e permitindo uma proximidade entre quem dá e quem recebe. Possibilita o encontro entre voluntários e instituições beneficiárias, por um lado, e entre fornecedores da indústria agroalimentar, empresas de serviços, poder públicos e o público em geral, em especial durante os fins-de-semana das campanhas de recolha, em que todos trabalham lado a lado por uma causa comum: a luta contra as carências alimentares e a fome.
Em Portugal o primeiro Banco Alimentar Contra a Fome 1991 foi aberto em 1991, estando actualmente em actividade no território nacional 18 Bancos Alimentares, congregados na Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares, com o objectivo comum de ajudar as pessoas carenciadas, pela doação e partilha. Existem 232 Bancos Alimentares operacionais na Europa, que, em 2009, distribuíram 294.500 toneladas de produtos a 4,5 milhões de pessoas, através de 27.000 associações (www.eurofoodbank.org).
___________________________________________________________________
Para mais informações sobre a campanha, contactar:
Banco Alimentar Contra a Fome: 91 900 02 63 / 21 364 96 55- www.bancoalimentar.pt

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Números....

A vergonha do estigma da pobreza é a principal razão para 171 mil portugueses não pedirem o rendimento social de inserção, apesar de terem direito a recebê-lo. Actualmente, o apoio beneficia 400 mil pessoas.

“Há muitas famílias que têm o direito de recorrer ao rendimento social de inserção e não o fazem porque têm medo do estigma da pobreza”, disse Carlos Farinha Rodrigues, professor de Economia do ISEG, à margem de uma conferência internacional sobre pobreza e exclusão social, ontem em Lisboa.

Segundo disse o especialista ao jornal “i”, “a violentíssima campanha negativa” conduzida contra o rendimento social de inserção (RSI) parece intimidar alguns portugueses.


Este instrumento é um apoio para os indivíduos e famílias mais pobres, constituído por uma prestação em dinheiro para satisfação das necessidades básicas e um programa de inserção para os ajudar a integrar-se social e profissionalmente.


“O RSI é um instrumento fundamental com um efeito directo na redução da intensidade da pobreza”, salientou Carlos Farinha Rodrigues ao “i”. No entanto, muitas pessoas ainda não o pedem por vergonha, falta de conhecimento ou por razões administrativas, acrescentou, baseando-se nas conclusões de inquéritos realizados a nível europeu em 2007.


Para Edmundo Martinho, presidente do Instituto de Segurança Social e um dos moderadores do debate, é “extremamente importante manter a aproximação dos desempregados ao mundo do trabalho” e “as protecções sociais” são uma garantia.

http://publico.pt/Sociedade/ha-171-mil-portugueses-que-nao-aproveitam-rendimento-social-de-insercao-por-vergonha_1467039

domingo, 7 de novembro de 2010

Livro "Histórias com Direitos"


O Centro de Estudos, Documentação e Informação sobre a Criança (CEDI) do Instituto de Apoio à Criança, em parceria com a Plátano Editora, vai lançar o livro “Histórias com Direitos”, um audiolivro infanto-juvenil que pretende a divulgação, o debate e a reflexão sobre os Direitos da Criança por crianças, pais e educadores através de pequenos contos e poemas escritos por vários escritores e escritoras portugueses: António Torrado, Inês de Barros Baptista, Inês Pupo, Mª Teresa M. Gonzalez, Luísa Ducla Soares, Raquel Palermo, José Jorge Letria, António Mota, Augusto Carlos, Rui Zink e José Fanha, com ilustrações de Vera Pyrrait, voz de Pedro D'Orey e música de Ricardo Daniel e Tiago Barbosa.

O evento será moderado pelo actor Heitor Lourenço e terá lugar dia 26 de Novembro de 2010, às 18H30, no Salão Nobre da Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA), na Av. Padre Cruz, Edifício ADFA, 1600-560 LISBOA.

No átrio do Edifício ADFA estará patente uma exposição da pintora Vera Pyrrait com as pinturas originais que ilustram o audiolivro.

O evento contará com a participação do Teatro de Marionetas Escarafuncho que apresentará uma adaptação do conto “Uma-poça-quase-lago-quase-mar” de Raquel Palermo, com a participação dos alunos do Colégio TagusPark que apresentarão a animação do poema “A Roda dos Direitos da Criança”de António Torrado e, ainda, com a participação dos alunos da bailarina Rita Spider que apresentarão uma animação do poema “Receita para fazer um ninho” de José Fanha.

Fonte: IAC

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Campanha de Reciclagem de Radiografias

Arranca dia 4 de Junho, véspera do Dia Mundial do Ambiente, a 15ª edição da Campanha de Reciclagem de Radiografias, um dos vários projectos de cariz ambiental da AMI que a levou recentemente a criar o seu quarto pilar de acção. Desta forma o Ambiente vem se juntar às três outras áreas de acção da AMI (Assistência Médica, Acção Social e Alertar Consciências), quer a nível Internacional, quer a nível Nacional.

Durante três semanas, e apoiada por todas as Farmácias do País, a AMI vai recolher o maior número possível de radiografias com mais de cinco anos e/ou sem valor clínico para posterior reciclagem e extracção de prata nelas contida.

Neste processo, a prata é separada das películas, obtendo-se por cada tonelada de radiografias, cerca de 10 kg de prata. Procede-se depois à venda da mesma nos mercados internacionais, garantindo assim uma fonte de recursos importante para a prossecução do trabalho humanitário da AMI, ao mesmo tempo que se contribui para a preservação do ambiente.

Os 3 princípios da sustentabilidade estão assim reunidos nesta acção: reciclagem (aproveitamento de resíduos) – criação de riqueza (recuperação e venda da prata) – responsabilidade social (aplicação dos fundos em projectos de desenvolvimento humano).

Nas catorze campanhas desenvolvidas anualmente desde 1996, a AMI conseguiu recolher mais de mil toneladas de radiografias, recuperando mais de 1 tonelada de prata, possibilitando o investimento de mais de um milhão de euros em projectos de desenvolvimento e luta contra a pobreza.

As receitas provenientes da venda são canalizadas para os projectos de acção social da AMI em Portugal (nove centros Porta Amiga que prestam assistência às populações mais desfavorecidas, dois Abrigos Nocturnos, duas equipas de rua de apoio aos sem-abrigo e uma unidade de apoio domiciliário), bem como para a acção humanitária que a AMI leva neste momento a mais de 40 países nos quatro cantos do Mundo.

Nunca é demais relembrar, e mais ainda neste momento de crise, que todos, sem excepção, podem ajudar nesta campanha já que não é pedido qualquer esforço financeiro. Basta apenas dar-se ao trabalho de procurar radiografias antigas e sem valor de diagnóstico e entregá-las na farmácia mais próxima.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Só 33% dos beneficiários de RSI são empregáveis‏

JN

Só 33% dos beneficiários de RSI são empregáveis

As crianças, os idosos e os trabalhadores correspondem a 77% dos mais de 400 mil beneficiários do rendimento social de inserção (RSI). Apenas 33% são "empregáveis", o que, para o sociólogo Eduardo Vítor Rodrigues, revela a "hipocrisia" do debate político.

O "discurso populista" de ataque ao RSI é, a par da crise, um dos principais entraves ao sucesso da medida, que nasceu há 14 anos para combater a pobreza extrema. No momento em que muito se fala da obrigatoriedade dos beneficiários do RSI prestarem tributo à sociedade, os números clarificam que a exigência nem sequer seria aplicável à maioria das pessoas. Cada beneficiário recebe, em média, 89 euros por mês. Por família, o contributo médio é de 242 euros. Pelo menos em 31% dos casos, o subsídio serve para complementar um ordenado muito baixo.

"Estamos a perder tempo e a inventar medidas de tributo social, quando só 33% são empregáveis. Parte destas pessoas tem 'handicaps', como toxicodependência, problemas psíquicos, desqualificação ou desemprego de longa duração, que obstaculizam o acesso ao emprego. Estes dados frios mostram a hipocrisia do debate. E é penoso ver que a hipocrisia do debate colou bem nas representações sociais", sustenta Eduardo Vítor Rodrigues, professor e investigador da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, cuja tese de doutoramento reflectiu sobre o Estado Providência e os processos de imobilização social dos beneficiários do RSI. A obra sobre a tese, intitulada "Escassos Caminhos" é apresentada, pelas 21 horas de amanhã, no anfiteatro nobre da Faculdade de Letras do Porto (FLUP).

O "brutal ataque" ao RSI agrava o estigma, dificulta a inserção social e conduz a uma burocratização exagerada da medida. "O que está a acontecer é um processo de estigmatização que afecta, de forma violentíssima, o beneficiário. Os empregadores acham que os beneficiários são malandros e não lhes dão emprego. Os políticos alimentam o estigma e as pessoas perdem a auto-estima", alerta. Em resposta, a Segurança Social exige relatórios e torna difícil o acesso ao RSI. Cada equipa multidisciplinar tem a seu cargo, no mínimo, 180 agregados. O acompanhamento próximo das famílias para diagnosticar e ajudar a resolver os problemas que travam a melhoria de vida é quase impossível.

Sem diagnóstico, não há ajuda

"Fruto da pressão social, as equipas estão a ser bombardeadas com relatórios. Têm de produzi-los de três em três meses. O acompanhamento técnico de proximidade está hipotecado pela carga burocrática", afiança o sociólogo.

Sem tempo para diagnósticos, receita-se aspirina a todos, negligenciando a heterogeneidade dos beneficiários. "O importante é descortinar as razões do imobilismo, que obstaculizam a empregabilidade", continua. A resposta é igual para todos: novos cursos, estágios e soma de carimbos. O problema de raiz fica por resolver.

Certo de que hoje a "carga do estigma é inultrapassável", Eduardo Vítor Rodrigues defende a reconfiguração da medida, que não pode continuar a ser encarada de forma dissociada do subsídio de desemprego. "Defendo a fusão do RSI e do subsídio de desemprego. Tem de haver interinstitucionalidade. É incompreensível que não exista hoje articulação institucional, até porque os técnicos de emprego sabem que o mais certo é que os desempregados caiam no RSI", conclui o investigador. Em todo o país, o distrito do Porto possui o maior número absoluto de beneficiários.

CARLA SOFIA LUZ

publicado a 2010-05-26 às 00:30

Para mais detalhes consulte:
http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=1578282

terça-feira, 23 de março de 2010

“Activo PC Sénior”

O “Activo PC Sénior” visa criar uma solução tecnológica para responder às necessidades da população sénior nacional.

A partir do mês de Março, estarão disponíveis, para os clientes da CGD e para os alunos das Universidades da Terceira Idade, quatro modelos de computadores pessoais portáteis que terão um preço estimado em 600 euros.

A Iniciativa “Activo PC Sénior” chega ao mercado em duas vertentes:
- A comercialização de três modelos de computadores portáteis exclusiva para clientes Caixa Geral de Depósitos;
- A comercialização de um quarto modelo de computador portátil, denominado “PC Sénior Virtual”, apenas para alunos e professores da RUTIS, com comercialização exclusiva na Rede de Universidades da Terceira Idade.

Face a outros equipamentos comercializados no retalho, os computadores portáteis comercializados ao abrigo da Iniciativa Activo PC Sénior diferenciam-se através dos seguintes aspectos:

  • Imagem original e únicaTeclado de teclas ampliadas criado para facilitar leitura e escrita
  • Rato ergonómico e programável de forma a facilitar o movimento
  • Todo o software já instalado e pronto a usar
  • Placa 3G interna (opcional)
  • CD para recuperação do sistema operativo em caso de avaria, sem precisar de assistência técnica
  • Inclusão de conteúdos de literacia digital com certificação Microsoft
  • Proximamente, software de avaliação para necessidades especiais.

Site oficial da Iniciativa “Activo PC Sénior” .:

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Campanha Gestos Simples

A DECO – Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor, está a promover até Maio de 2010, uma campanha de informação a nível nacional para informar e sensibilizar os consumidores para a importância do uso eficiente da energia eléctrica como forma de estimular comportamentos de consumo mais sustentáveis.


A campanha tem o nome de “Gestos Simples”, está inserida no Plano de Promoção de Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica (PPEC 2009/2010) e é apoiada pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE). A campanha pretende demonstrar que com pequenos gestos é possível reduzir o consumo de energia eléctrica e, por conseguinte, a factura energética das famílias e o nosso impacte no ambiente.


Fonte: deco.prosteste.pt

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Cruz Vermelha Portuguesa apela à ajuda

Perante o terramoto devastador de 7.3 na escala de Richter que atingiu o Haiti no passado dia 12 de Janeiro, e que deverá ter provocado mais de 100 mil mortos, a Cruz Vermelha Portuguesa apela à Comunidade portuguesa para apoiar as vítimas daquele país, actualmente contabilizadas em cerca de três milhões de pessoas afectadas.

O terramoto atingiu a capital Port-au-Prince e outras áreas do país, mas a zona ocidental do Haiti, com uma população de 2,2 milhões, foi a mais atingida.

A Cruz Vermelha Portuguesa vai enviar imediatamente 25.000 Euros do seu Fundo de Emergência como primeiro passo para suportar o enorme esforço de socorro que se está a organizar. No entanto, a colossal dimensão deste desastre demonstra que muito mais vai ser necessário.

Segundo Luís Barbosa, Presidente Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa, “É muito importante que a ajuda humanitária chegue nos primeiros dias após este tipo de catástrofe. Quanto mais depressa a ajuda chegar, mais vidas se podem salvar.”

Os voluntários da Cruz Vermelha estão no terreno a assistir os feridos e a apoiar os hospitais que não têm capacidade para lidar com esta emergência. As necessidades mais urgentes, até ao momento, são salvamento e resgate, hospitais de campanha, cuidados de saúde de emergência, purificação de água, abrigos de emergência, logística e comunicações.

As formas de donativo para o Fundo de Emergência da Cruz Vermelha Portuguesa – apelo vítimas do Haiti, são as seguintes:
1. Nas caixas multibanco ou por netbanking, optando por “pagamento de serviços” e marcando entidade 20999 e referência 999 999 999.
2. Efectuando um depósito ou transferência bancária para as contas “CVP – Fundo de Emergência.”

Bancos e NIB
Millennium BCP - 0033 0000 4530 7610691 05
CGD – 0035 0027 0008 2402230 53
BPI - 0010 0000 3631 9110001 74
Santander Totta - 0018 0003 1469 1778020 27
BES - 0007 0000 00149687394 23
C.E.Montepio Geral - 0036 0087 99100053716 51
Barclays - 0032 0117 00201022464 75
BANIF - 0038 0057 00629520771 72
BPN - 0079 0000 26511345101 76

3. Enviando um Cheque ou Vale Postal pagável à CVP – Fundo de Emergência para o Departamento Financeiro da Sede Nacional da Cruz Vermelha Portuguesa (Jardim 9 de Abril, nº1 a 5, 1249-083 Lisboa).

Estes donativos são enquadráveis na legislação sobre Mecenato Social podendo beneficiar do respectivo regime fiscal.

Fundo de Emergência da Cruz Vermelha Portuguesa
O Fundo de Emergência da CVP pretende garantir uma resposta rápida e eficaz, tanto a nível nacional como internacional, a todas as pessoas que tenham a sua vida, saúde ou dignidade humana ameaçadas pela ocorrência de catástrofes, fornecendo-lhes alimentos, água, abrigo, cuidados médicos, sistemas de saneamento e apoio psicológico.

Através deste Fundo, a CVP poderá também efectuar campanhas de sensibilização e preparar-se, treinando pessoal, adquirindo equipamento especializado – como unidades móveis de telecomunicações e hospitais de campanha –, estabelecendo locais de acolhimento e criando stocks de emergência, incluindo alimentos, água, medicamentos, tendas, cobertores e vestuário, entre outras acções de prevenção.

2010-01-14

sábado, 14 de novembro de 2009

Dia Mundial da Diabetes

O Dia Mundial da Diabetes visa chamar a atenção para a doença, a sua propagação pelo mundo inteiro e as formas de prevenção.

As comemorações iniciaram-se pelas mãos da Federação Internacional da Diabetes e pela Organização Mundial da Saúde (OMS), evocando o aniversário do nascimento de Frederick Banting que, juntamente com Charles Best, desempenhou um papel essencial no descobrimento da insulina, em 1922, um tratamento que tem vindo a salvar a vida de muitas pessoas portadoras de diabetes.

A OMS estima, com base em números de 2005, que mais de 180 milhões de pessoas, em todo o mundo, sofram de diabetes. Sem uma intervenção eficaz, este número poderá mais do que duplicar até 2030. Cerca de 80% das mortes por diabetes ocorrem em países com baixo e médio rendimento.

Fonte: http://www.portaldasaude.pt/portal/conteudos/a+saude+em+portugal/eventos/dia+diabetes.htm

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Linha 144

«A Linha Nacional de Emergência Social (LNES 144), que funciona 24 horas por dia, recebeu no último ano 18 438 pedidos de apoio em todo o país, quase metade dos quais relacionados com violência doméstica, quer física quer psicológica.

Criada em Setembro de 2001 pelo Instituto de Segurança Social (ISS), a linha gratuita 144 recebeu novo fôlego em Novembro de 2008 com a assinatura de um protocolo com a Cruz Vermelha, que assim passou a disponibilizar as suas equipas nos 18 distritos de Portugal para responder de imediato às emergências solicitadas pelo público.

Os 18 438 pedidos de apoio registaram-se entre Novembro de 2008 e Novembro de 2009, segundo o ISS.»

Falta de AS nos centros de saúde

«O coordenador de um estudo sobre o serviço social na Saúde defendeu hoje que faltam assistentes sociais nos centros de saúde e lamentou que predomine a "cultura biomédica, que não valoriza os outros aspectos" relacionados com a doença.

"Há muitos centros de saúde sem assistente social ou que não tinham nenhum até há muito pouco tempo", disse à agência Lusa o docente da Universidade Católica Francisco Branco, a propósito do congresso "Intervenção social na Saúde: Planeamento da alta hospitalar", organizado pelo Serviço Social do Centro Hospitalar de Lisboa Central, que começa hoje em Lisboa.

Francisco Branco coordenou um estudo do Centro de Estudos de Serviço Social de Sociologia da Universidade Católica, realizado há cerca de dois anos a pedido da então secretária de Estado Adjunta e da Saúde Cármen Pignatelli, que revelou um "número claramente insuficiente" destes profissionais nos cuidados de saúde primários.»

Fonte: http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/546959

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

AMI - Assistência Médica Internacional

A Assistência Médica Internacional (AMI) inicia no dia 22 de Outubro o seu 16.º peditório nacional de rua, que se estende aos centros comerciais e principais hipermercados de todo o país.

O peditório, a decorrer até domingo, pretende, segundo a organização, "recolher fundos para as missões internacionais e para o projecto de acção social desenvolvido em Portugal e perceber qual a percepção que os cidadãos têm da AMI e da sua acção humanitária".

O dinheiro arrecadado durante os quatro dias servirá também para "continuar a apoiar as vítimas de guerras e de catástrofes naturais a nível internacional e as vítimas de exclusão social e de pobreza extrema" em Portugal.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Eleições Legislativas 2009


Em 2009 foi esta a escolha dos portugueses...

Fonte: http://tv1.rtp.pt/noticias/eleicoes/legislativas2009/index.php